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Angola: p’ra que nos serve o nosso bilhete de identidade?

Washington D.C- Atingimos  a  exaustão de todos nossos recursos de comunicação social: o ponto beneficial  aos «instigadores» da restauração do funcionalismo cívico e ordeiro de todas nossas estruturas estatais? 

  • Ou optamos pelo uso do consenso e senso comum 
  • ou continuaremos a ser vistos como «alma amaldiçoada» incapaz de ultrapassar o processo de vitimização da guerra fria, germinante de potencias candidatos à guerra por procuração no nosso seio,  dilapidadoras do erario público … 

Não tenhamos ilusões … estamos a lidar com indivíduos que, outrora associados ao anterior regime,  foram capazes de se infiltrar dentro dos maiores aparelhos estatais e privados americanos e muitas outras estruturas laborais ocidentais, e serem abençoados pela elite chinêsa, Arábia Saudita, portuguêsa, russa, inglêsa,sul africana, brasileira, lebanesa,etc., todas ávidas pelo enriquecimento ilícito! 

A título de exemplo, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola,quando afirmou que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação petrolífera alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes desse producto totalizaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos perfizeram apenas 93,5 bilhões de dólares…Equivalendo dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização do petróleo, invertindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública…  

E o mais caricato aqui é o desaparecimento súbito de Xu Jinghua que, citado por Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indica que os seus interesses no nosso mercado financeiro “não passava de uma fatia da sua grande torta de negócios de construção em Angola, que pode valer até US $ 30 bilhões.” 

Hoje,o princípio de luta contra a corrupção não se deve limitar somente na exposição universal dos « marimbondos- matreiros», mas dos seus testas-de-ferro …porque são pessoas que poderão ter as mãos cheias de sangue para poderem ocupar os seus actuais cargos… 

Agindo assim, não estaríamos atropelar os seus respectivos direitos humanos ou tão pouco fazer uma caça às bruxas anticorrupção, como se tem propalado ultimamente nas redes sociais. 

Mera coincidência a intensão de Isabel dos Santos financiar grupos de oposição ao governo?! 

Ora bem… se permitirmos espíritos desalmados – potencias candidatos à guerra por procuração – nos ditarem as suas ulteriores intenções: p’ra que nos serve então o nosso bilhete de identidade? 

Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

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English version: freestyle translation -😊  

Angola: why do we need our national identification for? 

Have we reached the exhaustion of all our social communication resources: the beneficial point for the “instigators” of the restoration of the civic and orderly functionalism of all our state structures? 

Either we choose to use consensus and common sense or we will continue to be seen as a “cursed soul” unable to overcome the victimization process of the cold war, the germination of potential candidates for war by proxy in our society, dilapidating the public purse … 

Let us have no illusions … we are dealing with individuals who, once associated with the previous regime, were able to infiltrate the largest American state and private apparatus and many other Western labor structures, and be blessed by the Chinese elite, Saudi Arabia, Portuguese , Russian, English, South African, Brazilian, Lebanese, etc., all eager for illicit enrichment! 

And the most funny thing here is the sudden disappearance of Xu Jinghua, who, quoted by Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indicates that his interests in our financial market “was just a slice of his big pie. construction business in Angola, which can be worth up to US $ 30 billion.” 

Today, the principle of the fight against corruption should not be limited to the universal exposure of the “master-crooks”, but of their straw men … because they are people who may have their hands full of blood in order to occupy their current positions … 

Is it a coincidence that Isabel dos Santos intends to finance groups opposed to the government?! 

Now … if we allow soulless spirits – potential candidates for proxy war – to dictate their ulterior intentions to us: what is our identity card for? 
 

 
Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

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Angola: A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.

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39º Edição do programa “7 dias de informação em Angola”,apresentado no dia 16/6/2017 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:
 
– Eduardo dos Santos Presidente Emérito um estatuto contestado na sociedade civil angolana.
– A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.
– Os projectos de investimento direto estrangeiro em Angola não passa de meras intenções e aguardam pelo desfecho das eleições gerais.
– As forças de segurança de Angola recebem mais de 300 milhões de USD e aumenta o número de refugiados da RDC nas Lundas.
Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola. Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

Escute aqui:

http://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2017/06/17/angola-indra-est-a-ser-investigada-em-espanha

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Angola: a mão sangrenta e encoberta do Comité de Acção do Partido reinante!

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Washington D.C –  Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o  MPLA.
 

Inicialmente criado no tempo de guerrilha para a mobilização e a conscienlização dos Angolanos na luta contra a colonização portuguesa –  sob a égide do Movimento Popular para a Libertação de Angola, hoje esse comité tornou-se na maior  máquina repressiva do nosso aparelho de Estado!

 
Ao contrário da Contra Inteligência Militar (GOISM) ou dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) , o Comité de Acção do Partido  (CAP) está enraizado em todas as esferas da nossa vida social –  para coerciva ou permissivamente  aplicar as ordens emanadas pela Casa Civil da Presidência da República, principalmente!
 
 
O domínio “questionável” sobre os princípios da maneira de pensar em geral, dos direitos e deveres do cidadão comum, proporciona-lhe oportunidades inigualáveis e incríveis de poder moldar arbitariamente quem quer que esteja sob sua custódia!
 
 
As simulações de crimes de homicídios virtuais,  ódios, passionais, vingativos, etc., cometidos  entre familiares ( parentesco por consanguinidade ou afinidade), através do envenenamento de  alimentos, medicamentos, líquidos (álcool, em particular), são métodos frequentemente usados por esse comité para  humiliar e aterrorizar o pensar diferente dentro da nossa própria sociedade.
 
 
Há também circuntâncias em que as víctimas são submetidas a um processo de doutrinação político-ideológica  com ênfase no compromisso de obediência total ao partido reinante e o seu líder máximo.
 
 
Os que ,por convicções fortes,  recusam a submeter-se à essa chantagem emocional – são remetidos a morte no silêncio…
 
 
Os rotulados de «personas non gratas» pelo regime de Eduardo dos Santos são – no geral! –  “imolados” de violências físicas cruéis e selváticas…
Mas, o maior perigo aqui é o recurso frequente  ao esquadrão da morte  ou grupo de choque que o CAP tem feito uso em todo nosso território nacional para silenciar e amaldiçoar a voz contrária ao regime no poder… E muita das suas víctimas contam-se actualmente em centenas de milhares desde Setembro de 1979.
 
 
Em Angola nada se faz por mera coincidência!, …e muitas das vezes até nos esquecemos que somos governados por uma criatura formada numa  Academia  Militar do Comitê de Segurança do Estado (KGB) da antiga União Soviética…
 
 
O Presidente da República para fazer vincar a sua autoridade, logo após a morte súbita de António Agostinho Neto, viu-se forçasomante obrigado a livrar-se de muitos dirigentes dentro do MPLA, Governo angolano ou membros da sociedade civil… E fê-lo, sobretudo, com o auxílio da mão sanguínea do “Comité de Acção do  seu próprio partido”!
 
 
Grande parte dos seus “acólitos” proveniente desse grupo passaram mais tarde a ser chamados  de “meninos do Futungo de Belas” … os tais ditos “indivíduos” que na flor da juventude cometeram  delitos das mais variadas índoles durante o 27 de Maio de 1977… e de daí por diante…
 
 
Eram, por assim dizer, naives ou  lumpens com autopercepções e aspirações muito além das suas próprias bagagens intelectuais e “background acadêmicos” – selecionados minuciosamente pela Presidência da República para mandar abater e abafar a idéa  contrária ao sistema político instalado dentro da nossa socieda, entregar os recados oficiais ou privados do presidente, tráficar diamantes, e lavagem de dinheiro, etc., em nome de José Eduardo dos Santos.
 
 
As suas respectivas ingenuidades eram tantas… a tal ponto de terem  causado sérios danos morais e físicos à membros  das suas próprias famílias, amigos directos, colegas de serviço, vizinhos, ou todos e quaisquer suspeitos…
 
 
Hoje, alguns desses algozes ocupam cargos de relevo na nossa Assembleia Nacional, estruturas estatais, partidária ou chefiam as nossas embaixadas e representações comercias nas maiores capitais ocidentais europeias, americanas, latinoaméricas.E outros ainda exercem funções dentro do nosso Ministério das Relações Exteriores…
 
 
Como essas malditas criaturas existem centenas e centenas com as mãos bem cheias de sangue,bem protegidas pelo aparelho de Estado angolano.
O CAP, por exemplo, continua a ter representatividade nas nossas maiores missões diplomáticas no estrangeiro, essencialmente, em  países com grande afluência da comunidade angolana…
 
 
Nos Estados Unidos esse comité conduz  campanha de desprestígio contra os oponentes angolanos ao regime de Dos Santos  aí residentes, feita por elementos associados à nossa embaixada em Washington D.C – e isso tem tido uma dimensão muito mais complexa, envolvendo identificação e isolamento do alvo,através de ataques pessoais sem fundamento e do assassínio de carácter quer a nível social ou professional do visado!
 
 
E, para a execução desse serviço utilizam-se mais angolanos funcionários do sector público ou privado americano…comprometidos moralmente com o regime de Eduardo dos Santos.
 
 
Como membro do Comité Central do MPLA, e antiga representante de Angola (Directora Executiva) no Banco Mundial em Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço ocupava simultaneamente o cargo de coordenadora do Comité de
Acção do partido dos “camaradas nos Estados Unidos de América.
 
 
Em Portugal,segundo  oficias da nossa contra-inteligência, o embaixador angolano José Marcos Barrica chefia e supervisiona todas as acções do CAP, a partir do qual se originam  ameaças ou orquestradas tentativas contra as vidas de altas personalidades políticas, artistícas, académicas, civícas, religiosas angolanas,etc., que aí vivem..
 
 
No entanto, o mais repugnante é essa incrível  passividade deliberada e injustiça passiva que os membros do MPLA têm permitido  ao José Eduardo dos Santos  continuar com as táticas coercivas adoptadas durante o período da luta contra o colonialismo Português …e tudo isso em troca de enriquecimento ilícito? – assassinatos premeditados,raptos, estupros sexuais,corrupção política, açambarcamento  vergonhoso do erário público,graves abusos e violações dos direitos humanos,liberdade de imprensa,Constituição nacional,etc.
 
 
Usando dados da “adsoftheworld.com”,  a “bigthink.com” indica que existem 12.500 pacientes para cada médico em Angola. Enquanto que a Organização  Mundial da Saúde, no seu relatório de 2004, revela que só há 0.083%  quadros superiores de medicina  para uma densidade populacional composta de 1000 angolanos.
 
 
Contudo,Funcionários seniores da nossa secreta acreditam tamém que as operações gerais da CAP custam certa de 11% da fatia do nosso Orçamento Geral do Estado.
 
 
O Finacial Times divulgou em 3 de Outubro de 2016 que a Fundação Mo Ibrahim havia acusado os países africanos exportadores de petróleo (incluindo Angola, claro está!) de “desperdiçaram uma década de oportunidades económicas”, mostrando assim “quão pouco progresso fizeram em suas fortunas fora do desmame do petróleo”.
 
 
Essa instituição recorda ainda que num período de dez anos esses países só investiram 2,9% dos lucros obtidos na comercialização do “ouro negro” para a diversificação das suas respectivas economias!
 
 
Entretanto, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, afirmou recentemente que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação de petróleo alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes do petróleo somaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos só totalizaram 93,5 bilhões de dólares…
 
 
O que significa a dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização petrolífera, investindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública.
 
 
Assim, os nossos diamantes de sangue e o petróleo amaldiçoado de Cabinda, principalmente, servem de fontes de financiamento às actividades coercitivas do regime de José Eduardo dos Santos contra cidadãos pacatos e indefesos…
É má fé ,falta de ética e inaceitável que hoje  o número de médicos per capita seja 50 vezes inferior à quantidade de operativos ao serviço do Comité de Acção do Partido (MPLA)…
 
 
Isso em si espelha não só o nível de desgovernação e disfuncionalismo público nacional, mas também demonstra as proporçõ es seriamente alarmante que o índice da cultura de impunidade e onda de violência alcançaram na nossa sociedade.
 
 
É arriscado condicionarmos a democratização de Angola na esperança de que essa iniciativa saia no seio do próprio MPLA…
Seria de igual modo um suicídio fatal acreditarmos que criminosos de colarinho branco… venham salvar-nos das maldições por si criadas, principalmente, quando estão em melhores condições de ditarem o nosso destino económico,político e militar…
 
 
A melhor forma de pararmos o derrame de sangue silencioso entre nós seria pedirmos conta ao “indivíduo que nos governa”, exigindo-lhe que se sente connosco sem pré-condições algumas!… e, aí então …poríamos todas as cartas na mesa, e …veríamos quem afinal de contas detem o poder entre nós!
 
 
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
 
Dados bibliográficos:
 
1.) http://bigthink.com/strange-maps/185-the-patients-per-doctor-map-of-the-world
Número de médicos disponíveis para “X” percentagem de pacientes.
 
2.) http://apps.who.int/gho/data/node.main.A1444
Organização Mundial de Saude– relatório de 2004
 
3.)African oil exporters wasted economic opportunity, study claims
https://www.ft.com/content/e3e3dc00-893f-11e6-8aa5-f79f5696c731
 

Angola: métodos de repressões psicológicas de Carlos Jorge vs. generais João Martins “Jú”, Fernando Miala,etc,etc,etc…

Angola Transparency

Washington D.C — Após o 27 de Maio de 1977, em Luanda, todos os dias úteis de semana, ou alternados, Carlos Jorge, acompanhado de dois guarda-costas (armados até aos dentes!), conduzia um Jeep UAZ – 469 de fabrico soviético.

Passava pela rua que ligava a Avenida dos Combatentes e a Avenida Brasil. Via-lhe nessa intersecção — a duas quadras do edifício José Pirão — quando eu ia com os meus colegas para a Escola 1º de Maio, de manhã cedo.

Antes do “fraccionismo”, cruzei-me com o agente dos serviços secretos de Agostinho Neto em várias circunstâncias, alguns convívios sociais, reuniões organizadas pela DISA ao pequeno almoço no Hotel Trópico, principalmente. Parecia ter um carácter afável,sociável, brincalhão…

Dias após a “intentona de golpe de Estado”, testemunhei a exibição do seu carácter cínico, desumano e selvático quando ordenou aos seus subordinados que repremissem as mães vestidas de luto… que o chamavam…

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Angola: métodos de repressões psicológicas de Carlos Jorge vs. generais João Martins “Jú”, Fernando Miala,etc,etc,etc…

Washington D.C — Após o 27 de Maio de 1977, em Luanda, todos os dias úteis de semana, ou alternados, Carlos Jorge, acompanhado de dois guarda-costas (armados até aos dentes!), conduzia um Jeep UAZ – 469 de fabrico soviético.

Passava pela rua que ligava a Avenida dos Combatentes e a Avenida Brasil. Via-lhe nessa intersecção — a duas quadras do edifício José Pirão — quando eu ia com os meus colegas para a Escola 1º de Maio, de manhã cedo.

Antes do “fraccionismo”, cruzei-me com o agente dos serviços secretos de Agostinho Neto em várias circunstâncias, alguns convívios sociais, reuniões organizadas pela DISA ao pequeno almoço no Hotel Trópico, principalmente. Parecia ter um carácter afável,sociável, brincalhão…

Dias após a “intentona de golpe de Estado”, testemunhei a exibição do seu carácter cínico, desumano e selvático quando ordenou aos seus subordinados que repremissem as mães vestidas de luto… que o chamavam de assassino …enquanto entrava pela porta da Cadeia de São Paulo com vista ao Estádio da Cidadela… Foram agredidas com coronhadas,empurrões, pontapés, humilhadas…

De Maio em diante, vi-o algumas vezes…tinha o rosto pálido,como se a alma o tivesse abandonado…tornou-se casmurro, arrogante, rebelde e prepotente.

Aterrorizava todos e tudo que lhe contrariasse… Contudo,os seus métodos autoritários e repressões psicológicas assemelham-se muito aos utilizados atualmente pelos generais João Martins “Jú”, Francisco Pereira Furtado,José Tavares Ferreira,Fernando Garcia Miala, e o director da Gabinete de Estudos e Análises Estratégicas (GEAE) , Ernesto Manuel Norberto Garcia,etc.

Se permitimos ao Carlos Jorge causar tantos danos irreparáveis a nossa consciência moral e integridade cívica, quem nos garante que os seus homólogos actuais não façam o mesmo mais vezes?

Angola: o que estão a fazer comigo poderá acontecer ao camarada João Lourenço —José Eduardo dos Santos

Angola: o que estão a fazer comigo poderá acontecer ao camarada João Lourenço —José Eduardo dos Santos

Washigton D.C- Há uma maliciosa e tendenciosa intenção do partido reinante em abafar e limitar a nossa campanha eleitoral —em assuntos pessoais entre indivíduos destituídos de todos os nossos valores morais — em troca de seus próprios proveitos e Deus sabe que mais!… Santíssima Virgem Maria, quando temos vidas privadas ao acesso à água potável e saneamento básico, alimentação, energia, abusos brutais dos direitos humanos — em troca de “mujimbos” entre as disponíveis de prazeres sexuais, que raios de animais nos tornamos ?

Angola: What they are doing to me could happen to comrade João Lourenço -José Eduardo dos Santos There is a malicious and biased intention by the reigning party to stifle and limit our electoral campaign -on personal matters between individuals devoid of all our moral values- in exchange for their profits, and God knows what! Holy Virgin Mary, when we have lives deprived of access to clean drinking water and sanitation, food, energy, and brutal abuses of human rights -in exchange for “mujimbos” among the available sexual pleasures, what kind of animals have we become ?

Angola: What they are doing to me could happen to comrade João Lourenço -José Eduardo dos Santos

Angola: Angolan civic organizations join Friends of Angola in calling on US Senate Committee to approve resolution on elections in Angola


Angola: Angolan civic organizations join Friends of Angola in calling on US Senate Committee to approve resolution on elections in Angola

Letter from Friends of Angola has already been received by the US Senate

Signatories:

1- Friends of Angola

2- Plataforma Mulheres em Acção

3- Handeka

4- Omunga

5- AJPD

“To The United States Congress

August 8, 2022

CC:

United States Senate Committee

on Foreign Relations

 RE: Broad Angolan Support for U.S. Senate Resolution DAV22F19 R28 – calling on the Government of Angola to hold free, fair, and peaceful elections on August 24, 2022 

Your Excellencies, 

We, the undersigned, representatives of Angolan non-governmental organizations (NGOs) civil society and actors in the human rights, peacebuilding and humanitarian aid sectors send you this letter to make you aware of the broad, and enthusiastic support in Angola for U.S. Senate Resolution calling on the Government of Angola to hold free, fair, and peaceful elections on August 24, 2022. This resolution is sponsored by U.S. Senators Bob Menendez (D-N.J.), Chairman of the Senate Foreign Relations Committee, Ben Cardin (D-Md.), and Chris Van Hollen (D-Md.), Chairman of the SFRC Subcommittee on Africa and Global Health Policy. 

The approval of this resolution will help foster conditions for fair competition among all political parties during the election campaign and to avoid electoral fraud, subversion, violence, and intimidation. Ultimately the goal of the resolution is to guarantee a peaceful pre and post-election period as a valid symbol of democratic principles. 

Without the participation of sufficient number of credible local and international observers, currently denied by the Angolan National Electoral Commission, it will be almost impossible to observer the electoral process, the August 24 elections risk having similar outcomes as all others held in Angola under the strict control of the current ruling party for its unlawful advantages. 

Thus, the resolution foresees that international observers help the Angolan people express their will in the election and support an independent press that can report without fear and with facts. An election in which the votes are counted accurately will deter the political and social tensions that plague the county and limit political corruption that intrudes on the hope for a democratic process. A resolution from the U.S. Senate carries hope and encouragement for Angolan voters and all the democratic countries around the world to use their right to vote.

We endorse Sen. Menendez, Cardin, and Hollen’s resolution on behalf of our organizations and would like to advocate for your office to sign on it. 

Please contact Marinela (info@friendsofangola.org ) for more information. The full text of the resolution is attached.

Excellencies, please accept the assurances of our highest consideration.

______________________________________________________________

Signatories:

organizations

1-   Friends of Angola

2-   Plataforma Mulheres em Acção

3-   Handeka

4-   Omunga

5-   AJPD

Members of civil society

1-   Florindo Chivucute

2-   Veronica Sapalo

3-   Gabriel Chitunda Alberto

4-   Hermenegildo José Victor André

5-   Luaty Beirão

6-   João Carlos Pinto

7-   Edmiro Vaz Da Costa Domingos

8-   Cesaltina Cadete Basto de Abreu

9-   Gil Bernardo Duma Cativa

10- Laura Macedo

11- Lourenço João Muondo

12- Florita Cuhanga António Telo

13- Dionísio Domingos Macumbi António

14- José Pereira da Gama

15- Gabriel Chitunda Alberto

16- Roberto Abel Mutumbua

17- Alexandra M. S. F. S. Gamito

18-  Jeiel de Freitas

19-  Rosário Vitangui António Candimba

20- Luiz Araujo

21- Fernando Marcedo

22- João Malavindele

23-  Serra Bango

24- Manuel Fragoso


Angola: Organizações cívicas angolans junta-se a Friends of Angola apelando ao Comité do Senado dos Estados Unidos para aprovar a resolução sobre as eleições em Angola

  • Carta da Friends of Angola já foi recebida pelo Senado Americano

Signatários:

Angola: Angolan civic organizations join Friends of Angola in calling on US Senate Committee to approve resolution on elections in Angola

Letter from Friends of Angola has already been received by the US Senate

Signatories:

1- Friends of Angola

2-    Plataforma Mulheres em Acção

3-    Handeka

4-    Omunga

5-    AJPD

Ao Congresso dos Estados Unidos

8 de Agosto de 2022

CC: Comité do Senado dos Estados Unidos

sobre Relações Exteriores

Vossas Excelências,

Nós, abaixo assinados, representantes de organizações não governamentais (ONG) angolanas da sociedade civil e actores nos sectores dos direitos humanos, construção da paz e ajuda humanitária, enviamos-lhe esta carta para lhe dar a conhecer o amplo e entusiástico apoio em Angola à Resolução do Senado dos EUA _ _ _ apelando ao Governo de Angola para que realize eleições livres, justas e pacíficas a 24 de Agosto de 2022. Esta resolução é patrocinada pelos senadores norte-americanos Bob Menendez (D-N.J.), Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ben Cardin (D-Md.), e Chris Van Hollen (D-Md.), Presidente da Subcomissão da SFRC sobre África e Política de Saúde Global.

A aprovação desta resolução ajudará a promover condições para uma competição justa entre todos os partidos políticos durante a campanha eleitoral e para evitar a fraude eleitoral, a subversão, a violência e a intimidação. Em última análise, o objectivo da resolução é garantir um período pacífico pré e pós-eleitoral como um símbolo válido dos princípios democráticos.

Sem a participação de um número suficiente de observadores locais e internacionais credíveis, actualmente negados pela Comissão Nacional Eleitoral Angolana, será quase impossível observar o processo eleitoral, as eleições de 24 de Agosto arriscam-se a ter resultados semelhantes aos de todas as outras realizadas em Angola sob o estrito controlo do actual partido no poder pelas suas vantagens ilegais. 

RE: Amplo Apoio Angolano à Resolução do Senado dos EUA – apelando ao Governo de Angola a realizar eleições livres, justas e pacíficas em 24 de Agosto de 2022

Assim, a resolução prevê que observadores internacionais ajudem o povo angolano a expressar a sua vontade nas eleições e apoiem uma imprensa independente que possa relatar sem medo e com factos. Uma eleição em que os votos sejam contados com exactidão dissuadirá as tensões políticas e sociais que assolam o condado e limitará a corrupção política que se intromete na esperança de um processo democrático. Uma resolução do Senado dos EUA traz esperança e encorajamento aos eleitores angolanos e a todos os países democráticos de todo o mundo a usarem o seu direito de voto.

Apoiamos a resolução do Senador Menendez, Cardin e Hollen em nome da nossa organização e gostaríamos de defender que o seu gabinete a assine.

Por favor contacte Marinela (info@friendsofangola.org ) para mais informações. O texto completo da resolução encontra-se em anexo.

Excelências, por favor aceitem as garantias da nossa mais elevada consideração.

______________________________________________________________

Signatários:

organizações

1- Friends of Angola

2- Plataforma Mulheres em Acção

3- Handeka

4- Omunga

5- AJPD

Members of civil society

1- Florindo Chivucute

2- Veronica Sapalo

3- Gabriel Chitunda Alberto

4- Hermenegildo José Victor André

5- Luaty Beirão

6- João Carlos Pinto

7- Edmiro Vaz Da Costa Domingos

8- Cesaltina Cadete Basto de Abreu

9- Gil Bernardo Duma Cativa

10- Laura Macedo

11- Lourenço João Muondo

12- Florita Cuhanga António Telo

13- Dionísio Domingos Macumbi António

14- José Pereira da Gama

15- Gabriel Chitunda Alberto

16- Roberto Abel Mutumbua

17- Alexandra M. S. F. S. Gamito

18- Jeiel de Freitas

19- Rosário Vitangui António Candimba

20- Luiz Araujo

21- Fernando Marcedo

22- João Malavindele

23- Serra Bango

24- Manuel Fragoso

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Angola: A Friends of Angola apela ao Senado Americano

Saudações!

Sou o Director Executivo da Friends of Angola, uma organização baseada na defesa dos direitos humanos, transparência, e boa governação em Angola. Escrevo para chamar a vossa atenção para apoiar a resolução do Senado dos EUA que apela ao Governo de Angola a realizar eleições livres, justas e pacíficas a 24 de Agosto de 2022. A resolução é dirigida pelos senadores norte-americanos Bob Menendez (DN.J.), Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ben Cardin (D-Md.), e Chris Van Hollen (D-Md.), Presidente da Subcomissão da SFRC sobre África e Política de Saúde Global.

A aprovação desta resolução promoverá condições para uma competição justa entre todos os partidos políticos durante a campanha eleitoral para evitar actos de fraude eleitoral, subversão, violência, e intimidação. Em última análise, o objectivo da resolução é garantir um período pacífico pré e pós-eleitoral como um símbolo válido dos princípios democráticos.

Sem a participação de observadores internacionais credíveis, as eleições de 24 de Agosto arriscam-se a ter resultados semelhantes aos de todas as outras realizadas em Angola sob o estrito controlo do actual partido no poder pelas suas vantagens ilegais.

Assim, a resolução prevê que observadores internacionais ajudem o povo angolano a expressar a sua vontade nas eleições e apoiem uma imprensa independente que possa relatar sem medo e com factos. Uma eleição em que os votos sejam contados de forma verídica irá deter as tensões políticas e sociais que assolam o condado e limitar a corrupção política que se intromete na esperança de um processo democrático.

Uma resolução do Senado dos EUA traz esperança e encorajamento aos eleitores angolanos e a todos os países democráticos de todo o mundo usarem o direito de voto.

Endossamos a resolução de Sen. Menendez, Cardin, e Hollen em nome da nossa organização e gostaríamos de apelar aos vossos escritórios que assinem o documento em causa.

Por favor contacte Florindo (chivucutef@friendsofangola.org ) para mais informações.

O texto integral da resolução está em anexo.

Atenciosamente,

Florindo Chivucute

Director Executivo,

Friends of Angola

Florindo Chivucute
Email: Info@friendsofangola.org
Greetings!

I am the Executive Director at Friends of Angola, an advocacy-based organization focused on human rights, transparency, and good governance in Angola. I am writing to bring your attention to support the U.S. Senate resolution calling on the Government of Angola to hold free, fair, and
peaceful elections on August 24, 2022. The resolution is led by U.S. Senators Bob Menendez (DN.J.), Chairman of the Senate Foreign Relations Committee, Ben Cardin (D-Md.), and Chris Van Hollen (D-Md.), Chairman of the SFRC Subcommittee on Africa and Global Health Policy.

The approval of this resolution will foster conditions for fair competition among all political parties during the election campaign to avoid acts of electoral fraud, subversion, violence, and intimidation. Ultimately the goal of the resolution is to guarantee a peaceful pre- and post-election
period as a valid symbol of democratic principles.

Without the participation of credible international observers, the August 24 elections risk having similar outcomes as all others held in Angola under the strict control of the current ruling party
for its unlawful advantages.

Thus, the resolution foresees that international observers help the Angolan people express their will in the election and support an independent press that can report without fear and with facts.

An election in which the votes are counted truthfully will deter the political and social tensions that plague the county and limit political corruption that intrudes on the hope for a democratic process. A resolution from the U.S. Senate carries hope and encouragement for Angolan voters and all the democratic countries around the world to use their right to vote.

We endorse Sen. Menendez, Cardin, and Hollen’s resolution on behalf of our organization and
would like to advocate for your office to sign on it.

Please contact Florindo (chivucutef@friendsofangola.org ) for more information. The full text of
the resolution is attached.
Sincerely,


Executive Director
Friends of Angola

Angola: Conhece o seu senador local dos EUA?

Angola: Conhece o seu senador local dos EUA?

Angola: Do you know your local US Senator?

Vive nos Estados Unidos? Está preocupado com o percurso e o desfecho do nosso processo eleitoral? Visite ou telefone ao seu senador local dos EUA. Peça-lhe que use o seu voto de consciência na próxima votação do senado americano sobre a transparência nas eleições de 24 de Agosto.

Do you live in the United States? Are you concerned about the course and outcome of our election process? Then, visit or call your local US senator. Ask them to use their conscience vote in the upcoming US Senate vote on transparency in the August 24 election.

https://www.voaportugues.com/a/senadores-americanos-pedem-responsabiliza%C3%A7%C3%A3o-de-quem-subverter-elei%C3%A7%C3%B5es-em-angola-/6685513.html?fbclid=IwAR37ZkkwiyPKQKSfOnrzohdPGF-5xfli3asooszuhDy9EO16q60RtiZKe4o

Angola: Victor Lima vs. Carolina da Silva Francisco – afinal quem goza de “impunidade”?

Angola Transparency

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Angola: Victor Lima vs. Carolina da Silva Francisco – afinal quem goza de “impunidade”?
Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C – A nomeação de Victor Lima para chefe de várias representações diplomáticas angolanas poderá ter sido uma das infrações graves à nossa Constituição – cometidas pelo Presidente da República…
Victor Manuel Rita da Fonseca Lima (natural de Buco Zau/Cabinda, nascido em 1953) exerce actualmente o cargo de Embaixador no Reino de Espanha, desde Setembro de 2009.
Foi também diplomata máximo angolano em:
1. França (2006/2009)
2. Japão e Coreia do Sul (2000-2006)

Calculando os seus dados bibliográficos disponíveis na embajadadeangola.com, Lima terá começado a sua carreira diplomática aos 25 anos de idade em 1978 na nossa embaixada da antiga URSS.

De acordo com esse site, o diplomata licenciou-se em História, sem menção de alguma instituição acadêmica.Mas, a sua entrevista à Ine.es/asturias indica ter completado a licenciatura em História na Universidade de…

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Angola: The Invisible Russian Hand in our Military Class

Angola Transparency

By Serafim de Oliveira

Washington D.C —Concerns are growing across the sectors of civil society, Angolan religious culture, national and foreign opinion and decision-makers, and even local politicians concerning the post-election period.

However, regardless of intentions, most current governmental actions, unilateral or multilateral, often produce results that, while positive or adverse, depend on the preconceived objectives.

Incredibly, Angola remains subordinate to the subtle influences of the military class. We need only notice the ostentatious and extravagant displays of the “tyrant oligarchs” and “spendthrifts” to understand the pervasive and fixating power of military influence across social and political spheres.

Notably, this influential Angolan military “class ” is a sector with a well-established distant and partisan relationship between the Angolan MPLA and the former Soviet t Party (PCUS). Using a somewhat hand,Russia plays the role of a moral debt collector in Angolan affairs.

Without knowledge of the political dividends the Russians reap…

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Angola: A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Angola Transparency

Angola : A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Washington D.C —Aumentam-se as preocupações nos diversos sectores da sociedade civil, religiosa, fazedores de opinião nacionais e estrangeiros,inclusive até responsáveis políticos locais, sobre o período pós-eleitoral.

Independentemente das suas respectivas intenções, todas e quaisquer actuais ações governamentais (unilaterais ou multilaterais) produzem sempre resultados negativos ou positivos em função dos objetivos preconizados.

Angola, por mais incrível que pareça, ainda continua subordinada a uma influência sutil da classe castrense. Basta reparar as ostentações aparatosas e extravagantes dos “oligarcas tiranos” e “gastadores” para compreendermos o poder penetrante e de fixação da influência militar em todas as esferas sociais.

Mas é precisamente em tal «classe» que a Rússia, fruto de uma longínqua amizade partidária entre o MPLA e o antigo Partido Comunista Soviético (PCUS), através da sua mão invisível, joga um papel de cobrador de dívidas morais. Que dividendos políticos os russos têm sobre…

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Angola: The Invisible Russian Hand in our Military Class

By Serafim de Oliveira

Washington D.C —Concerns are growing across the sectors of civil society, Angolan religious culture, national and foreign opinion and decision-makers, and even local politicians concerning the post-election period.

However, regardless of intentions, most current governmental actions, unilateral or multilateral, often produce results that, while positive or adverse, depend on the preconceived objectives.

Incredibly, Angola remains subordinate to the subtle influences of the military class. We need only notice the ostentatious and extravagant displays of the “tyrant oligarchs” and “spendthrifts” to understand the pervasive and fixating power of military influence across social and political spheres.

Notably, this influential Angolan military “class ” is a sector with a well-established distant and partisan relationship between the Angolan MPLA and the former Soviet t Party (PCUS). Using a somewhat hand,Russia plays the role of a moral debt collector in Angolan affairs.

Without knowledge of the political dividends the Russians reap from influencing our internal military “comrades, it appears that even the “demons” cannot reveal their full power over us. Nonetheless, media exposure of these problems and strong civilian protests regarding the mismanagement of public resources, are pressuring the passive and active corruption to force the military to withdraw from public office and societal affairs. 

These military’s decisions to recede from public influence have resulted partly from the public knowledge of the many high-ranking officials who have used illicit assets; therefore, they become risky to the ruling party. It stems from these individuals,, for example, those who belong to a politically exposed group.

Internal  corruption and the influence of Russia have created severe disagreements within the Angolan ruling party, where military sectors have political influence.

The full effects of how the military’s actions and Russian encouragement of corruption have affected the internal cohesion of the MPLA and state structures, thus, impeding the fight against corruption and fostering an open and honest business environment, remain unknown.

The Russian-military axis now has the strategy to rule behind the scenes through a political imposition of women candidates, exempt from criminal records, under the guise of promoting women to top government positions.

However, the national parliament could likely continue to serve as a haven for the military class not only for immunity benefits but also actively promote the passage of laws of their interests.

Moreover, a great danger to post-election instability lies with the President of the Republic, who has called upon senior military personnel with questionable social conduct to participate in his re-election campaign. Several notable military officials have contributed significantly to fraud and other election irregularities.

Serafim de Oliveira

Washington D.C

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

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