Featured

Angola: p’ra que nos serve o nosso bilhete de identidade?

Washington D.C- Atingimos  a  exaustão de todos nossos recursos de comunicação social: o ponto beneficial  aos «instigadores» da restauração do funcionalismo cívico e ordeiro de todas nossas estruturas estatais? 

  • Ou optamos pelo uso do consenso e senso comum 
  • ou continuaremos a ser vistos como «alma amaldiçoada» incapaz de ultrapassar o processo de vitimização da guerra fria, germinante de potencias candidatos à guerra por procuração no nosso seio,  dilapidadoras do erario público … 

Não tenhamos ilusões … estamos a lidar com indivíduos que, outrora associados ao anterior regime,  foram capazes de se infiltrar dentro dos maiores aparelhos estatais e privados americanos e muitas outras estruturas laborais ocidentais, e serem abençoados pela elite chinêsa, Arábia Saudita, portuguêsa, russa, inglêsa,sul africana, brasileira, lebanesa,etc., todas ávidas pelo enriquecimento ilícito! 

A título de exemplo, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola,quando afirmou que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação petrolífera alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes desse producto totalizaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos perfizeram apenas 93,5 bilhões de dólares…Equivalendo dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização do petróleo, invertindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública…  

E o mais caricato aqui é o desaparecimento súbito de Xu Jinghua que, citado por Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indica que os seus interesses no nosso mercado financeiro “não passava de uma fatia da sua grande torta de negócios de construção em Angola, que pode valer até US $ 30 bilhões.” 

Hoje,o princípio de luta contra a corrupção não se deve limitar somente na exposição universal dos « marimbondos- matreiros», mas dos seus testas-de-ferro …porque são pessoas que poderão ter as mãos cheias de sangue para poderem ocupar os seus actuais cargos… 

Agindo assim, não estaríamos atropelar os seus respectivos direitos humanos ou tão pouco fazer uma caça às bruxas anticorrupção, como se tem propalado ultimamente nas redes sociais. 

Mera coincidência a intensão de Isabel dos Santos financiar grupos de oposição ao governo?! 

Ora bem… se permitirmos espíritos desalmados – potencias candidatos à guerra por procuração – nos ditarem as suas ulteriores intenções: p’ra que nos serve então o nosso bilhete de identidade? 

Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

——————————————————————————————– 

English version: freestyle translation -😊  

Angola: why do we need our national identification for? 

Have we reached the exhaustion of all our social communication resources: the beneficial point for the “instigators” of the restoration of the civic and orderly functionalism of all our state structures? 

Either we choose to use consensus and common sense or we will continue to be seen as a “cursed soul” unable to overcome the victimization process of the cold war, the germination of potential candidates for war by proxy in our society, dilapidating the public purse … 

Let us have no illusions … we are dealing with individuals who, once associated with the previous regime, were able to infiltrate the largest American state and private apparatus and many other Western labor structures, and be blessed by the Chinese elite, Saudi Arabia, Portuguese , Russian, English, South African, Brazilian, Lebanese, etc., all eager for illicit enrichment! 

And the most funny thing here is the sudden disappearance of Xu Jinghua, who, quoted by Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indicates that his interests in our financial market “was just a slice of his big pie. construction business in Angola, which can be worth up to US $ 30 billion.” 

Today, the principle of the fight against corruption should not be limited to the universal exposure of the “master-crooks”, but of their straw men … because they are people who may have their hands full of blood in order to occupy their current positions … 

Is it a coincidence that Isabel dos Santos intends to finance groups opposed to the government?! 

Now … if we allow soulless spirits – potential candidates for proxy war – to dictate their ulterior intentions to us: what is our identity card for? 
 

 
Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

Featured

Angola: A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.

indra

39º Edição do programa “7 dias de informação em Angola”,apresentado no dia 16/6/2017 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:
 
– Eduardo dos Santos Presidente Emérito um estatuto contestado na sociedade civil angolana.
– A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.
– Os projectos de investimento direto estrangeiro em Angola não passa de meras intenções e aguardam pelo desfecho das eleições gerais.
– As forças de segurança de Angola recebem mais de 300 milhões de USD e aumenta o número de refugiados da RDC nas Lundas.
Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola. Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

Escute aqui:

http://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2017/06/17/angola-indra-est-a-ser-investigada-em-espanha

Featured

Angola: a mão sangrenta e encoberta do Comité de Acção do Partido reinante!

10363392_725676614155764_8510518511921825145_n

 
 
 
Washington D.C –  Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o  MPLA.
 

Inicialmente criado no tempo de guerrilha para a mobilização e a conscienlização dos Angolanos na luta contra a colonização portuguesa –  sob a égide do Movimento Popular para a Libertação de Angola, hoje esse comité tornou-se na maior  máquina repressiva do nosso aparelho de Estado!

 
Ao contrário da Contra Inteligência Militar (GOISM) ou dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) , o Comité de Acção do Partido  (CAP) está enraizado em todas as esferas da nossa vida social –  para coerciva ou permissivamente  aplicar as ordens emanadas pela Casa Civil da Presidência da República, principalmente!
 
 
O domínio “questionável” sobre os princípios da maneira de pensar em geral, dos direitos e deveres do cidadão comum, proporciona-lhe oportunidades inigualáveis e incríveis de poder moldar arbitariamente quem quer que esteja sob sua custódia!
 
 
As simulações de crimes de homicídios virtuais,  ódios, passionais, vingativos, etc., cometidos  entre familiares ( parentesco por consanguinidade ou afinidade), através do envenenamento de  alimentos, medicamentos, líquidos (álcool, em particular), são métodos frequentemente usados por esse comité para  humiliar e aterrorizar o pensar diferente dentro da nossa própria sociedade.
 
 
Há também circuntâncias em que as víctimas são submetidas a um processo de doutrinação político-ideológica  com ênfase no compromisso de obediência total ao partido reinante e o seu líder máximo.
 
 
Os que ,por convicções fortes,  recusam a submeter-se à essa chantagem emocional – são remetidos a morte no silêncio…
 
 
Os rotulados de «personas non gratas» pelo regime de Eduardo dos Santos são – no geral! –  “imolados” de violências físicas cruéis e selváticas…
Mas, o maior perigo aqui é o recurso frequente  ao esquadrão da morte  ou grupo de choque que o CAP tem feito uso em todo nosso território nacional para silenciar e amaldiçoar a voz contrária ao regime no poder… E muita das suas víctimas contam-se actualmente em centenas de milhares desde Setembro de 1979.
 
 
Em Angola nada se faz por mera coincidência!, …e muitas das vezes até nos esquecemos que somos governados por uma criatura formada numa  Academia  Militar do Comitê de Segurança do Estado (KGB) da antiga União Soviética…
 
 
O Presidente da República para fazer vincar a sua autoridade, logo após a morte súbita de António Agostinho Neto, viu-se forçasomante obrigado a livrar-se de muitos dirigentes dentro do MPLA, Governo angolano ou membros da sociedade civil… E fê-lo, sobretudo, com o auxílio da mão sanguínea do “Comité de Acção do  seu próprio partido”!
 
 
Grande parte dos seus “acólitos” proveniente desse grupo passaram mais tarde a ser chamados  de “meninos do Futungo de Belas” … os tais ditos “indivíduos” que na flor da juventude cometeram  delitos das mais variadas índoles durante o 27 de Maio de 1977… e de daí por diante…
 
 
Eram, por assim dizer, naives ou  lumpens com autopercepções e aspirações muito além das suas próprias bagagens intelectuais e “background acadêmicos” – selecionados minuciosamente pela Presidência da República para mandar abater e abafar a idéa  contrária ao sistema político instalado dentro da nossa socieda, entregar os recados oficiais ou privados do presidente, tráficar diamantes, e lavagem de dinheiro, etc., em nome de José Eduardo dos Santos.
 
 
As suas respectivas ingenuidades eram tantas… a tal ponto de terem  causado sérios danos morais e físicos à membros  das suas próprias famílias, amigos directos, colegas de serviço, vizinhos, ou todos e quaisquer suspeitos…
 
 
Hoje, alguns desses algozes ocupam cargos de relevo na nossa Assembleia Nacional, estruturas estatais, partidária ou chefiam as nossas embaixadas e representações comercias nas maiores capitais ocidentais europeias, americanas, latinoaméricas.E outros ainda exercem funções dentro do nosso Ministério das Relações Exteriores…
 
 
Como essas malditas criaturas existem centenas e centenas com as mãos bem cheias de sangue,bem protegidas pelo aparelho de Estado angolano.
O CAP, por exemplo, continua a ter representatividade nas nossas maiores missões diplomáticas no estrangeiro, essencialmente, em  países com grande afluência da comunidade angolana…
 
 
Nos Estados Unidos esse comité conduz  campanha de desprestígio contra os oponentes angolanos ao regime de Dos Santos  aí residentes, feita por elementos associados à nossa embaixada em Washington D.C – e isso tem tido uma dimensão muito mais complexa, envolvendo identificação e isolamento do alvo,através de ataques pessoais sem fundamento e do assassínio de carácter quer a nível social ou professional do visado!
 
 
E, para a execução desse serviço utilizam-se mais angolanos funcionários do sector público ou privado americano…comprometidos moralmente com o regime de Eduardo dos Santos.
 
 
Como membro do Comité Central do MPLA, e antiga representante de Angola (Directora Executiva) no Banco Mundial em Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço ocupava simultaneamente o cargo de coordenadora do Comité de
Acção do partido dos “camaradas nos Estados Unidos de América.
 
 
Em Portugal,segundo  oficias da nossa contra-inteligência, o embaixador angolano José Marcos Barrica chefia e supervisiona todas as acções do CAP, a partir do qual se originam  ameaças ou orquestradas tentativas contra as vidas de altas personalidades políticas, artistícas, académicas, civícas, religiosas angolanas,etc., que aí vivem..
 
 
No entanto, o mais repugnante é essa incrível  passividade deliberada e injustiça passiva que os membros do MPLA têm permitido  ao José Eduardo dos Santos  continuar com as táticas coercivas adoptadas durante o período da luta contra o colonialismo Português …e tudo isso em troca de enriquecimento ilícito? – assassinatos premeditados,raptos, estupros sexuais,corrupção política, açambarcamento  vergonhoso do erário público,graves abusos e violações dos direitos humanos,liberdade de imprensa,Constituição nacional,etc.
 
 
Usando dados da “adsoftheworld.com”,  a “bigthink.com” indica que existem 12.500 pacientes para cada médico em Angola. Enquanto que a Organização  Mundial da Saúde, no seu relatório de 2004, revela que só há 0.083%  quadros superiores de medicina  para uma densidade populacional composta de 1000 angolanos.
 
 
Contudo,Funcionários seniores da nossa secreta acreditam tamém que as operações gerais da CAP custam certa de 11% da fatia do nosso Orçamento Geral do Estado.
 
 
O Finacial Times divulgou em 3 de Outubro de 2016 que a Fundação Mo Ibrahim havia acusado os países africanos exportadores de petróleo (incluindo Angola, claro está!) de “desperdiçaram uma década de oportunidades económicas”, mostrando assim “quão pouco progresso fizeram em suas fortunas fora do desmame do petróleo”.
 
 
Essa instituição recorda ainda que num período de dez anos esses países só investiram 2,9% dos lucros obtidos na comercialização do “ouro negro” para a diversificação das suas respectivas economias!
 
 
Entretanto, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, afirmou recentemente que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação de petróleo alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes do petróleo somaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos só totalizaram 93,5 bilhões de dólares…
 
 
O que significa a dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização petrolífera, investindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública.
 
 
Assim, os nossos diamantes de sangue e o petróleo amaldiçoado de Cabinda, principalmente, servem de fontes de financiamento às actividades coercitivas do regime de José Eduardo dos Santos contra cidadãos pacatos e indefesos…
É má fé ,falta de ética e inaceitável que hoje  o número de médicos per capita seja 50 vezes inferior à quantidade de operativos ao serviço do Comité de Acção do Partido (MPLA)…
 
 
Isso em si espelha não só o nível de desgovernação e disfuncionalismo público nacional, mas também demonstra as proporçõ es seriamente alarmante que o índice da cultura de impunidade e onda de violência alcançaram na nossa sociedade.
 
 
É arriscado condicionarmos a democratização de Angola na esperança de que essa iniciativa saia no seio do próprio MPLA…
Seria de igual modo um suicídio fatal acreditarmos que criminosos de colarinho branco… venham salvar-nos das maldições por si criadas, principalmente, quando estão em melhores condições de ditarem o nosso destino económico,político e militar…
 
 
A melhor forma de pararmos o derrame de sangue silencioso entre nós seria pedirmos conta ao “indivíduo que nos governa”, exigindo-lhe que se sente connosco sem pré-condições algumas!… e, aí então …poríamos todas as cartas na mesa, e …veríamos quem afinal de contas detem o poder entre nós!
 
 
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
 
Dados bibliográficos:
 
1.) http://bigthink.com/strange-maps/185-the-patients-per-doctor-map-of-the-world
Número de médicos disponíveis para “X” percentagem de pacientes.
 
2.) http://apps.who.int/gho/data/node.main.A1444
Organização Mundial de Saude– relatório de 2004
 
3.)African oil exporters wasted economic opportunity, study claims
https://www.ft.com/content/e3e3dc00-893f-11e6-8aa5-f79f5696c731
 

Angola: Victor Lima vs. Carolina da Silva Francisco – afinal quem goza de “impunidade”?

Angola Transparency

carolembajadorimage1

Angola: Victor Lima vs. Carolina da Silva Francisco – afinal quem goza de “impunidade”?
Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C – A nomeação de Victor Lima para chefe de várias representações diplomáticas angolanas poderá ter sido uma das infrações graves à nossa Constituição – cometidas pelo Presidente da República…
Victor Manuel Rita da Fonseca Lima (natural de Buco Zau/Cabinda, nascido em 1953) exerce actualmente o cargo de Embaixador no Reino de Espanha, desde Setembro de 2009.
Foi também diplomata máximo angolano em:
1. França (2006/2009)
2. Japão e Coreia do Sul (2000-2006)

Calculando os seus dados bibliográficos disponíveis na embajadadeangola.com, Lima terá começado a sua carreira diplomática aos 25 anos de idade em 1978 na nossa embaixada da antiga URSS.

De acordo com esse site, o diplomata licenciou-se em História, sem menção de alguma instituição acadêmica.Mas, a sua entrevista à Ine.es/asturias indica ter completado a licenciatura em História na Universidade de…

View original post 1,134 more words

Angola: The Invisible Russian Hand in our Military Class

Angola Transparency

By Serafim de Oliveira

Washington D.C —Concerns are growing across the sectors of civil society, Angolan religious culture, national and foreign opinion and decision-makers, and even local politicians concerning the post-election period.

However, regardless of intentions, most current governmental actions, unilateral or multilateral, often produce results that, while positive or adverse, depend on the preconceived objectives.

Incredibly, Angola remains subordinate to the subtle influences of the military class. We need only notice the ostentatious and extravagant displays of the “tyrant oligarchs” and “spendthrifts” to understand the pervasive and fixating power of military influence across social and political spheres.

Notably, this influential Angolan military “class ” is a sector with a well-established distant and partisan relationship between the Angolan MPLA and the former Soviet t Party (PCUS). Using a somewhat hand,Russia plays the role of a moral debt collector in Angolan affairs.

Without knowledge of the political dividends the Russians reap…

View original post 273 more words

Angola: A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Angola Transparency

Angola : A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Washington D.C —Aumentam-se as preocupações nos diversos sectores da sociedade civil, religiosa, fazedores de opinião nacionais e estrangeiros,inclusive até responsáveis políticos locais, sobre o período pós-eleitoral.

Independentemente das suas respectivas intenções, todas e quaisquer actuais ações governamentais (unilaterais ou multilaterais) produzem sempre resultados negativos ou positivos em função dos objetivos preconizados.

Angola, por mais incrível que pareça, ainda continua subordinada a uma influência sutil da classe castrense. Basta reparar as ostentações aparatosas e extravagantes dos “oligarcas tiranos” e “gastadores” para compreendermos o poder penetrante e de fixação da influência militar em todas as esferas sociais.

Mas é precisamente em tal «classe» que a Rússia, fruto de uma longínqua amizade partidária entre o MPLA e o antigo Partido Comunista Soviético (PCUS), através da sua mão invisível, joga um papel de cobrador de dívidas morais. Que dividendos políticos os russos têm sobre…

View original post 697 more words

Angola: The Invisible Russian Hand in our Military Class

By Serafim de Oliveira

Washington D.C —Concerns are growing across the sectors of civil society, Angolan religious culture, national and foreign opinion and decision-makers, and even local politicians concerning the post-election period.

However, regardless of intentions, most current governmental actions, unilateral or multilateral, often produce results that, while positive or adverse, depend on the preconceived objectives.

Incredibly, Angola remains subordinate to the subtle influences of the military class. We need only notice the ostentatious and extravagant displays of the “tyrant oligarchs” and “spendthrifts” to understand the pervasive and fixating power of military influence across social and political spheres.

Notably, this influential Angolan military “class ” is a sector with a well-established distant and partisan relationship between the Angolan MPLA and the former Soviet t Party (PCUS). Using a somewhat hand,Russia plays the role of a moral debt collector in Angolan affairs.

Without knowledge of the political dividends the Russians reap from influencing our internal military “comrades, it appears that even the “demons” cannot reveal their full power over us. Nonetheless, media exposure of these problems and strong civilian protests regarding the mismanagement of public resources, are pressuring the passive and active corruption to force the military to withdraw from public office and societal affairs. 

These military’s decisions to recede from public influence have resulted partly from the public knowledge of the many high-ranking officials who have used illicit assets; therefore, they become risky to the ruling party. It stems from these individuals,, for example, those who belong to a politically exposed group.

Internal  corruption and the influence of Russia have created severe disagreements within the Angolan ruling party, where military sectors have political influence.

The full effects of how the military’s actions and Russian encouragement of corruption have affected the internal cohesion of the MPLA and state structures, thus, impeding the fight against corruption and fostering an open and honest business environment, remain unknown.

The Russian-military axis now has the strategy to rule behind the scenes through a political imposition of women candidates, exempt from criminal records, under the guise of promoting women to top government positions.

However, the national parliament could likely continue to serve as a haven for the military class not only for immunity benefits but also actively promote the passage of laws of their interests.

Moreover, a great danger to post-election instability lies with the President of the Republic, who has called upon senior military personnel with questionable social conduct to participate in his re-election campaign. Several notable military officials have contributed significantly to fraud and other election irregularities.

Serafim de Oliveira

Washington D.C

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

###

Angola: A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Angola : A Mão Invisível Russa na Nossa Classe Castrense

Washington D.C —Aumentam-se as preocupações nos diversos sectores da sociedade civil, religiosa, fazedores de opinião nacionais e estrangeiros,inclusive até responsáveis políticos locais, sobre o período pós-eleitoral.

Independentemente das suas respectivas intenções, todas e quaisquer actuais ações governamentais (unilaterais ou multilaterais) produzem sempre resultados negativos ou positivos em função dos objetivos preconizados.

Angola, por mais incrível que pareça, ainda continua subordinada a uma influência sutil da classe castrense. Basta reparar as ostentações aparatosas e extravagantes dos “oligarcas tiranos” e “gastadores” para compreendermos o poder penetrante e de fixação da influência militar em todas as esferas sociais.

Mas é precisamente em tal «classe» que a Rússia, fruto de uma longínqua amizade partidária entre o MPLA e o antigo Partido Comunista Soviético (PCUS), através da sua mão invisível, joga um papel de cobrador de dívidas morais. Que dividendos políticos os russos têm sobre os nossos  «camaradas», é certo que nem os demônios nos podem revelar.

Contudo, a exposição mediática e as fortes contestações civis relativas a má gestão de recursos públicos, corrupção passiva e activa estão a forçar os militares a retrair ou abdicar dos cargos públicos. 

Essas decisões resultam precisamente por muitos desses oficiais de alta patente, após a aquisição e utilização de bens ilícitos, se tornarem num risco muito alto para o partido governante. Vem daí, por exemplo, quem dos quais pertence a categoria das pessoas politicamente expostas.

A corrupção interna e a influência da Rússia criaram graves discordâncias no seio do partido no poder angolano, onde os sectores militares têm influência política. Como as ações do poder militar têm afetado a coesão interna do MPLA e as estruturas estatais na luta contra a corrupção ou fomento de ambiente de bom negócio,só Deus sabe.

 O eixo russo-militar tem agora a estratégia de governar nos bastidores através de uma imposição política de mulheres candidatas, isentas de registos criminais, sob o pretexto de promover mulheres a cargos governamentais de topo.

O parlamento nacional poderia continuar a servir de abrigo seguro para a classe militar não só por questões de benefícios de imunidade, mas também promover activamente a aprovação de leis dos seus próprios interesses. 

Acima de tudo,o maior perigo de instabilidade pós-eleitoral reside no facto do Presidente da República ter recorrido aos préstimos de militares superiores de conduta social questionável —para a sua campanha de reeleição.Muitos desses efectivos militares participaram e contribuíram substancialmente para o desfecho de prévias eleições suspeitas de fraude e outras irregularidades detectadas.

Serafim de Oliveira

Washington D.C 

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Angola: the invisible Russian hand in our military class

Washington D.C —Concerns are growing across the sectors of civil society, Angolan religious culture, national and foreign opinion and decision-makers, and even local politicians concerning the post-election period.

However, regardless of intentions, most current governmental actions, unilateral or multilateral, often produce results that, while positive or adverse, depend on the preconceived objectives.

Incredibly, Angola remains subordinate to the subtle influences of the military class. We need only notice the ostentatious and extravagant displays of the “tyrant oligarchs” and “spendthrifts” to understand the pervasive and fixating power of military influence across social and political spheres.

Notably, this influential Angolan military “class ” is a sector with a well-established distant and partisan relationship between the Angolan MPLA and the former Soviet t Party (PCUS). Using a somewhat hand,Russia plays the role of a moral debt collector in Angolan affairs.

Without knowledge of the political dividends the Russians reap from influencing our internal military “comrades, it appears that even the “demons” cannot reveal their full power over us. Nonetheless, media exposure of these problems and strong civilian protests regarding the mismanagement of public resources, are pressuring the passive and active corruption to force the military to withdraw from public office and societal affairs. 

These military’s decisions to recede from public influence have resulted partly from the public knowledge of the many high-ranking officials who have used illicit assets; therefore, they become risky to the ruling party. It stems from these individuals,, for example, those who belong to a politically exposed group.

Internal  corruption and the influence of Russia have created severe disagreements within the Angolan ruling party, where military sectors have political influence.

The full effects of how the military’s actions and Russian encouragement of corruption have affected the internal cohesion of the MPLA and state structures, thus, impeding the fight against corruption and fostering an open and honest business environment, remain unknown.

The Russian-military axis now has the strategy to rule behind the scenes through a political imposition of women candidates, exempt from criminal records, under the guise of promoting women to top government positions.

However, the national parliament could likely continue to serve as a haven for the military class not only for immunity benefits but also actively promote the passage of laws of their interests.

Moreover, a great danger to post-election instability lies with the President of the Republic, who has called upon senior military personnel with questionable social conduct to participate in his re-election campaign. Several notable military officials have contributed significantly to fraud and other election irregularities.

Angola: desfecho da invasão russa à Ucrânia versus luta renhida no seio dos camaradas…

Angola Transparency

Angola: desfecho da invasão russa à Ucrânia versus luta renhida no seio dos camaradas…

Washington D.C – Manico fugiu dos diplomatas americanos quando foram visitá-lo às instalações da CNE, não por sua própria iniciativa… mas,aparentemente, por “ordens superiores”. Enquanto que, os russos visitaram de relâmpago a sede dos camaradas — para os recordar dos compromissos do partido governante com a Rússia! Contudo, o desfecho da invasão russa à Ucrânia poderá ditar fortemente as relações azedas no seio dos “camaradas” pró ocidentais versus aliança russo-chinesa. Muita água «cinzenta» ainda está por correr nas fileiras do partido no poder daqui até ao mês de Agosto.

—————————————————————————————————————

Angola: outcome of the Russian invasion of Ukraine versus close struggle among comrades

Manico fled from American diplomats when they visited him at the CNE premises, not on his initiative, but apparently on “superior orders.”

Meanwhile, the Russians rushed to the comrades’ headquarters to remind them…

View original post 84 more words

Angola: diáspora angolana nos Estados Unidos excluída de votar nas próximas eleições

Angola: diáspora angolana nos Estados Unidos excluída de votar nas próximas eleições

Perguntaram-me o seguinte: “Então num país como os EUA não se vota?”

Resposta: Qual seria a melhor explicação plausível da diáspora angolana nos Estados Unidos, ao contrário das suas congêneres em outros países, ser excluída de votar nas próximas eleições? Falta de vontade política,diplomacia,visão quanto à consolidação da paz social,acto de má-fé,exclusão social ou privação de direitos civis,etc. Pergunta: Até que ponto essa exclusão poderá manchar os esforços de João Lourenço sobre o bom ambiente de negócio? 

Angola: Angolan diaspora in the United States excluded from voting in upcoming elections

I was asked, “So in a country like the US, you don’t vote?”

Answer: What would be the best plausible explanation for the Angolan diaspora in the United States being excluded from voting in the upcoming elections, unlike their counterparts in other countries? Lack of political will, diplomacy, vision regarding the consolidation of social peace, an act of bad faith, social exclusion or deprivation of civil rights, etc. Question: To what extent could this exclusion taint João Lourenço’s efforts in a good business environment? 

Angola: quem é o Presidente “de facto e de jure” do «Estado-Partido»?

Angola Transparency

Washington D.C —Há muito nervosismo e incerteza no seio dos camaradas… muitos…ávidos por uma ascensão política “gratuita” — vêem agora ameaçados e despedaçados os seus sonhos. Outros sentem-se socialmente marginalizados e traídos. O partido governante entra assim para uma renhida batalha eleitoral bem dividido — com muitos dos seus militantes a se interrogarem quem é o Presidente “de facto e de jure” do «Estado-Partido».

Angola: Who is the “de facto and de jure” President of the «Party State»?

The comrades are tense and uncertain, many of whom had hoped for a “gratuitous political rise” – their dreams are now threatened and shattered. Others feel socially marginalized and betrayed. The ruling party thus enters a tight-knit electoral battle – with many of its militants wondering who is the President “de facto and de jure.”

Washington D.C

Serafim de Oliveira

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

View original post

Angola: quem é o Presidente “de facto e de jure” do «Estado-Partido»?

Washington D.C —Há muito nervosismo e incerteza no seio dos camaradas… muitos…ávidos por uma ascensão política “gratuita” — vêem agora ameaçados e despedaçados os seus sonhos. Outros sentem-se socialmente marginalizados e traídos. O partido governante entra assim para uma renhida batalha eleitoral bem dividido — com muitos dos seus militantes a se interrogarem quem é o Presidente “de facto e de jure” do «Estado-Partido».

Angola: Who is the “de facto and de jure” President of the «Party State»?

The comrades are tense and uncertain, many of whom had hoped for a “gratuitous political rise” – their dreams are now threatened and shattered. Others feel socially marginalized and betrayed. The ruling party thus enters a tight-knit electoral battle – with many of its militants wondering who is the President “de facto and de jure.”

Washington D.C

Serafim de Oliveira

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Angola: uma máfia russa-chinesa, um regime ditatorial e uma ameaça à nossa frágil estabilidade social

Angola Transparency

72313886

Angola: uma máfia russa-chinesa, um regime ditatorial e uma ameaça à nossa frágil estabilidade social
Por Prof.N’gola Kiluange
Washington D.C – As recentes revelações de desfalques do erário público, abusos sistemáticos e graves dos direitos humanos por parte da nossa «elite dirigente» força-nos questionar a sua integridade cívica (ética deontológica) e funcionalidade mental.
“Quem nunca comeu melado quando come se lambuza”, assim dita o adágio popular!
É precisamente esse melado que José Eduardo dos Santos e seus comparsas mais directos têm “usado como isca” para aliciar a uma certa parte da nossa nova geração ser cúmplice activa ou passiva dos horríficos crimes cometidos dentro ou fora do território angolano.
Resulta que muitos desses coniventes são filhos das vitimas ou algozes do sangrento 27 de Maio de 1977 e tantos outros genocídios ocorridos na nossa sociedade.
Estão associados aos serviços da nossa contrainteligência, selecionados e controlados minuciosamente pela Casa Civil da…

View original post 2,115 more words

%d bloggers like this: