Angola: sem eco das nossas vozes em Washington D.C , o partido governante vai continuar a ceifar vítimas

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  • Entre as constantes contestações versus poder lobista na capital americana

Washington D.C —Se tudo feito em Luanda no domínio económico social,actividades políticas de carácter cívico,factor político e militar,engajamento civil,contestações às violações sistemáticas aos direitos humanos ou a má governação, não tiver eco na capital dos Estados Unidos — os assassinatos premeditados, muitos motivados por vingança e ódio, continuarão impiedosamente a ceifar víctimas.

Ao trazer para a sua equipa Fernando Garcia Miala,Francisco Pereira Furtado e tantas outras individualidades do mesmo calibre, João Lourenço sabia que o cumprimento integral e rigoroso às suas ordens,sem quaisquer reservas desses subordinados, estaria garantida. Aliás, os seus respectivos cadastros criminais constituiriam passivos automaticamente se o desobedecessem.

Esse controlo táctico de comportamento dócil — baseado, na generalidade, no uso de chantagens políticas e económicas, histórico criminal ou ganância excessiva ao rápido enriquecimento ilícito— é aplicável às figuras políticas de proa, membros do Governo e altos funcionários públicos.

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Angola: sem eco das nossas vozes em Washington D.C , o partido governante vai continuar a ceifar vítimas

  •  Entre as fortes contestações ao regime angolano versus poder lobista na capital americana

Washington D.C  —Se tudo feito em Luanda no domínio económico social,actividades políticas de carácter cívico,factor político e militar,engajamento civil,contestações às violações sistemáticas aos direitos humanos ou a má governação, não tiver eco na capital dos Estados Unidos — os assassinatos premeditados, muitos motivados  por vingança e ódio, continuarão  impiedosamente a ceifar víctimas.

Ao trazer para a sua equipa Fernando Garcia Miala,Francisco Pereira Furtado e tantas outras individualidades do mesmo calibre, João Lourenço sabia que o cumprimento integral e rigoroso às suas ordens,sem quaisquer reservas desses subordinados, estaria garantida. Aliás, os seus respectivos cadastros criminais constituiriam passivos automaticamente se o desobedecessem.

Esse controlo táctico de comportamento dócil — baseado, na generalidade, no uso de chantagens políticas e económicas, histórico criminal ou ganância excessiva ao rápido enriquecimento ilícito—  é aplicável às figuras políticas de proa, membros do Governo e altos funcionários públicos.

O arrepiante, no entanto, é a cumplicidade e instigação à prática de quaisquer actividades criminosas de diversas índoles ocorrentes dentro das nossas estruturas estatais, empresas privadas ou mistas subsidiadas pelo Estado. 

Susceptíveis de comprometer a justiça social, identidade, cultura e soberania nacionais, essas ações ilegais ou fraudulentas, além de estarem a afugentar sérios potenciais investidores nacionais e estrangeiros, são também uma das principais razões do êxodo súbito de cérebros, outros fenómenos idênticos e força laboral diversificada para o estrangeiro.

Se forem bem analisadas, verificar-se-ão nítidas tendências do partido governante em não apenas incentivar constantes prácticas de injustiça, marginalização e exclusão social, falta de acesso às fontes de informação e de riquezas naturais, como também manter o status quo a todo preço.

E é precisamente em Washington que todas as atenções devem estar viradas para o futuro, de forma a assegurar a sustentabilidade do nosso pleno exercício dos direitos de cidadania e contrapor as inverdades flagrantes sobre a nossa realidade nua e crua.

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Angola : Without an echo of our voices in Washington, D.C., the ruling party will continue to reap victims

  • Lobbying power in the American capital versus strong opposition to the Angolan regime

Washington D.C —Unless every action in Luanda, whether it be in its economic and social spheres, civic, political activities, political and military sphere, civil engagement, challenges to systematic human rights violations, or poor governance, is echoed in Washington, D.C., the premeditated murders, many motivated by revenge and hatred, will continue mercilessly reaping victims.

By bringing Fernando Garcia Miala, Francisco Pereira Furtado, and many other individuals of the same caliber to his team, João Lourenço knew that full and rigorous compliance with his orders, without any reservations from these subordinates, would be guaranteed. Disobedience would automatically result in their criminal records becoming passive.

Leaders in politics, government members, and top public officials are subject to tactics of controlling docile behavior—generally based on political and economic blackmail, criminal histories, or excessive greed for rapid illicit enrichment.

The chilling aspect, however, is the complicity and instigation of criminal activity inside our state structures, private companies, and mixed companies receiving state subsidies.

Susceptible to compromising social justice, identity, culture, and national sovereignty, these illegal or fraudulent actions, besides scaring away serious potential national and foreign investors, are also one of the main reasons for the sudden exodus of brains, other similar phenomena, and diversified labor force abroad.

In a well-analyzed case, it will be evident that the ruling party is committed to perpetuating injustice, marginalization, and social exclusion and maintaining the status quo.

We must focus on the future in Washington to ensure the sustainability of our entire exercise of citizenship rights and to counter the blatant lies about our naked reality.


Prof. N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Washington D.C 

Angola: O que é uma Pessoa Politicamente Exposta (PEP)?

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O que é uma Pessoa Politicamente Exposta (PEP)?

Washington D.C —Segundo o Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo/Prevenção e Combate [ BCFT) — em termos vigentes na Lei n.º 83/2017[ Portuguesa], de 18 de agosto — pessoa politicamente exposta,é toda e qualquer individualidade que – “em qualquer país ou jurisdição – desempenhem, ou tenham desempenhado nos últimos doze meses, as seguintes funções públicas proeminentes de nível superior:

a) Chefes de Estado, chefes de Governo e membros do Governo, designadamente ministros, secretários e subsecretários de Estado ou equiparados;b) Deputados;c) Juízes do Tribunal Constitucional, do Supremo Tribunal de Justiça, do Supremo Tribunal Administrativo, do Tribunal de Contas, e membros de supremos tribunais, tribunais constitucionais e de outros órgãos judiciais de alto nível de outros estados e de organizações internacionais;d) Representantes da República e membros dos órgãos de governo próprio de regiões autónomas;e) Provedor de Justiça, Conselheiros de…

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Angola: realização de uma conferência nacional, falta de diálogo social e riscos constantes a nossa sociabilidade

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Angola: realização de uma conferência nacional, falta de diálogo social e riscos constantes a nossa sociabilidade

Washington D.C – No tempo de Eduardo dos Santos, a realização de uma conferência nacional com a participação de todas as partes interessadas importantes — seria, do ponto de vista moral, um grande impulso em prol do desenvolvimento da consciência cívica.

Nos últimos 6 anos, a ganância, a arrogância e a falta de vontade política — quanto a gestão do erário público e todos os “affaire d’État” — têm comprometido seriamente a credibilidade dos meios de comunicação social, as nossas relações humanas e o interesse em promover a saúde e o bem-estar das pessoas.

Não há ninguém que ganhe com isso: a auto-proclamação de vencedor de eleições de forma questionável e a  imposição unilateral do pensar draconiano e impopular nas estruturas estatais e jurídicas nacionais só demonstram a nossa incapacidade de estabelecer um diálogo…

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Angola: realização de uma conferência nacional, falta de diálogo social e riscos constantes a nossa sociabilidade

Angola: realização de uma conferência nacional, falta de diálogo social e riscos constantes a nossa sociabilidade

Washington D.C – No tempo de Eduardo dos Santos, a realização de uma conferência nacional com a participação de todas as partes interessadas importantes — seria, do ponto de vista moral, um grande impulso em prol do desenvolvimento da consciência cívica.

Nos últimos 6 anos, a ganância, a arrogância e a falta de vontade política — quanto a gestão do erário público e todos os “affaire d’État” — têm comprometido seriamente a credibilidade dos meios de comunicação social, as nossas relações humanas e o interesse em promover a saúde e o bem-estar das pessoas.

Não há ninguém que ganhe com isso: a auto-proclamação de vencedor de eleições de forma questionável e a  imposição unilateral do pensar draconiano e impopular nas estruturas estatais e jurídicas nacionais só demonstram a nossa incapacidade de estabelecer um diálogo social, crítico e abrangente.

Expõe igualmente a ingenuidade do «Estado-­Partido» reinante  sobre a  magnitude do relacionamento eficaz entre governantes e governados. Posicioná-lo em um lugar de mendicidade no referente às atrações de investimentos estrangeiros credíveis, imprescindíveis para o desenvolvimento de culturas de diversificação económica e a gestão sustentável dos recursos naturais.

Forçá-lo também a escolher contratações com altíssimas taxas de juros perniciosas as obrigações e necessidades nacionais.

Em parte, a presença de pessoas politicamente expostas no governo afugenta não só os empreendedores locais e internacionais sérios, mas também compromete os esforços na luta contra a corrupção e a criminalidade organizada. 

E para um país que saiu de uma prolongada guerra civil num passado não longínquo, a organização de uma conferência nacional oferece uma oportunidade única de injetar novas esperanças de paz e unidade. Cria um processo de diálogo transparente e estruturado: fomenta e fortalece a nossa convivência social.

Seja quem for que estiver no poder e subestimar a importância do diálogo com a opinião pública sobre o modelo de governação, engajamento público e participativo amplo estará a perder a sua capacidade de conquistar a confiança e a adesão de grande parte dos cidadãos nacionais, especialmente.

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A national conference, lack of social dialogue, and constant social risks

Washington D.C –In Eduardo dos Santos’ time, holding a national conference with the participation of all critical stakeholders would, from a moral point of view, be an excellent boost for the development of civic consciousness.

In the last six years, greed, arrogance, and lack of political will – regarding the management of the public treasury and all the “affaire d’État” – have seriously compromised the credibility of the media, our human relations, and the interest in promoting people’s health and well-being.

There is no one to gain from this: the self-proclaimed winner of elections in a questionable manner and the unilateral imposition of draconian and unpopular thinking on national state and legal structures only demonstrates our inability to establish a social, critical, and comprehensive dialogue.

It also exposed the naïveté of the reigning “Party-State” about the magnitude of the compelling relationship between rulers and ruled. It places it in a beggar-thy-neighbor position when it comes to attracting credible foreign investment, which is essential for developing cultures of economic diversification and the sustainable management of natural resources.

It also forces you to choose contracts with very high-interest rates that are pernicious to national needs and obligations.

Local and international entrepreneurs are often scared away by politically exposed people in government, weakening efforts to combat corruption and organized crime.

And for a country that came out of a protracted civil war in the not-too-distant past, the organization of a national conference offers a unique opportunity to inject new hopes for peace and unity. It creates a transparent and structured dialogue process: it fosters and strengthens our social coexistence.

Leaders need to pay more attention to public opinion’s importance in the governance model, public engagement, and broad participation to maintain the trust of a majority of national citizens.

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Prof. N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Washington D.C 

Prof.kiluangenyc@yahoo.com


Angola: emissão de títulos de dívida pública vs. credibilidade da nossa economia

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Rádio Angola Unida (RAU) – 160ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”, apresentado no dia 26-03-2020 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

  • “Com vista a evitar o máximo possível o alastramento da pandemia e as graves consequências que lhes são associadas, consultado o Conselho da República e ouvida a Assembleia Nacional declaro estado de emergência que entra em vigor as 00:00 de 27 de março”, afirmou o Presidente angolano numa curta mensagem lida na televisão pública de Angola, TPA. O estado de emergência vai durar 15 dias com início às 00:00 de sexta-feira e cessa as 23:00 do dia 11 de abril, podendo ser prorrogado automaticamente. Angola regista até hoje três casos positivos de infeção pelo novo coronavirus causador desta doença. Não obstante o número de casos positivos registados até 23 de março ser ainda reduzido, o chefe do…

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Angola: o narcotráfico, a corrupção e a máfia poderosa

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Angola: o narcotráfico, a corrupção e a máfia poderosa

Washington D.C — As súplicas ardentes para o Presidente da República intervir na luta contra o problema do tráfico de estupefacientes nos remete para o tempo de início da mafialização das nossas  estruturas estatais, partidária, económicas e judiciais. 

Em conjunto com a sua congénere local e fazendo uso da proliferação da corrupção, o crime organizado transnacional infiltrou-se no seio do partido governante e impôs a sua autoridade político-económica.

O casamento de conveniência entre a máfia internacional operante no país, essencialmente, com membros da elite do partido reinante, comprometeu assim a integridade moral,a dignidade, a lealdade e a ética partidária.

Aliás, a obtenção de cidadania de países da Europa Ocidental,Brazil, Estados Unidos, Canadá,principalmente, por familiares e afiliados da classe dominante do partido só veio expor ainda mais os seus respectivos receios quanto à estabilidade política, a protecção dos direitos humanos e a…

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Angola: o narcotráfico, a corrupção e a máfia poderosa

Angola: o narcotráfico, a corrupção e a máfia poderosa

Washington D.C – As súplicas ardentes para o Presidente da República intervir na luta contra o problema do tráfico de estupefacientes nos remete para o tempo de início da mafialização das nossas  estruturas estatais, partidária, económicas e judiciais. 

Em conjunto com a sua congénere local e fazendo uso da proliferação da corrupção, o crime organizado transnacional infiltrou-se no seio do partido governante e impôs a sua autoridade político-económica.

O casamento de conveniência entre a máfia internacional operante no  país, essencialmente, com membros da elite do partido reinante, comprometeu assim a integridade moral,a dignidade, a lealdade e a ética partidária.

Aliás, a obtenção de cidadania de países da Europa Ocidental,Brazil, Estados Unidos, Canadá,principalmente, por familiares e afiliados da classe dominante do partido só veio expor ainda mais os seus respectivos receios quanto à estabilidade política, a protecção dos direitos humanos e a boa governação nacional.

Essas dúvidas acabaram por encorajar e empoderar o sindicato de crime organizado para a disputa pelo poder político e pela busca do poder com o governo de facto. Desbaratou também a influência política e social do MPLA no seio dos seus militantes e simpatizantes.

Contudo, o poder criminal instalado em estruturas privadas e públicas advém, em grande parte, das contratações simplificadas firmadas com atuais e antigos parceiros poderosos do partido reinante; e por a associação criminosa também se ter tornado guardiã do dinheiro ilícito dos seus sócios, quer dentro do país ou paraísos fiscais. 

A máfia utiliza o narcotráfico na nossa sociedade não só como método “da cenoura presa na vara”, mas também como sinalização prescrita da existência de poder dual territorial.

Se nos anos 80 a droga era um mistério aliciante às orgias sexuais em grupos restritos nas instalações da Rádio Nacional de Angola, TPA e Sonangol, Banco Nacional de Angola,etc, hoje o crime organizado já mostra as suas garras afiadas contra o poder institucional, e parece também estar pronto a lutar para a expansão do comércio ilícito de estupefaciente e substâncias psicotrópicas a todo o custo.

Por se beneficiar da corrupção activa e passiva, João Lourenço não está em condições de exercer autoridade moral e civil para garantir uma reforma de fundo e cabal das estruturas estatais, económicas e judiciais.

Mudanças profundas e cada vez mais rápidas do status quo implicariam ajustes de contas diretos entre  a dualidade de poder (máfia poderosa e autoridades públicas), e poderiam resultar num absoluto desastre.

Somos todos grandes atores e partes interessadas relevantes no destino deste país: quaisquer tentativas   de se auto-intitular únicos guardiões do erário público ou responsável único pela administração das instituições governamentais e estatais constituem ameaça constante à nossa sociedade.   

Não há alternativa melhor do que a realização de uma conferência nacional de reconciliação com a participação de todos os intervenientes e todos os responsáveis políticos para se discutir aberta e honestamente a qualidade de moldes de governação no sentido de garantir a sensibilização e confiança do público.

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Angola: Drug trafficking, corruption, and the powerful mafia

Washington D.C – Those entreaties for the President of the Republic to intervene in the fight against drug trafficking bring us back to the days of the “mafialization” of our state, party, economy, and judicial systems. 

Together with its local counterpart and using the proliferation of corruption, transnational organized crime infiltrated the governing party and imposed its political-economic authority.

The marriage of convenience between the international mafia operating in the country, essentially, and members of the ruling party elite has thus compromised moral integrity, dignity, loyalty, and party ethics.

Moreover, the acquisition of citizenship from Western European countries, Brazil, the United States, and Canada, mainly by relatives and affiliates of the ruling class of the party, has only further exposed their respective fears regarding political stability, human rights protection, and good national governance.

These doubts ultimately prompted the organized crime syndicate to seek and compete for political power with the de facto government. In addition, it discredited the MPLA’s political and social influence among its militants and sympathizers.

Criminal power is, however, primarily a consequence of simplified contracts signed with the ruling party’s current and former powerful partners, as well as the criminal association has become a custodian of illicit money, both within the country and outside of it.

The Mafia uses drug trafficking in our society as a “carrot-stick” method and a signal of dual territorial power.

In the 80s, drugs were a mystery to sexual orgies in restricted groups at Radio Nacional de Angola, TPA, Sonangol, Banco Nacional de Angola, etc. Organized crime is already taking on institutional power with sharp claws and appears willing to fight for the expansion of narcotics and psychotropic substances at any cost.

As a beneficiary of passive and active corruption, João Lourenço is not in a position to guarantee a thorough and complete reform of the state, economy, and judicial system.

Significant and increasingly rapid changes in the status quo will result in a natural settling of scores between the duality of power (mafia and public authorities) and could lead to a disastrous outcome.

Our destiny depends on all of us: anyone who claims to be the only guardian of the public treasury or solely responsible for the administration of government and state institutions is a constant threat to our society.

Holding a national reconciliation conference with the participation of all stakeholders and policymakers is the best way to ensure public awareness and trust in the quality of governance models.

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Prof. N’gola Kiluange (Serafim de Oliveira)

Washington D.C 

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Angola: Ainda sobre a chamada resolução — S.Res.736

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Angola: Ainda sobre a chamada resolução S.Res.736

Washington D.C— Na parte da Resolução, clique em Show Overview [Mostrar Visão Geral] para acessar a opção– “tracker”[localizador ]. Aponte a seta para o círculo verde i. E o “localizador indica o progresso desta legislação no sentido de se tornar uma lei”.

“Finalmente, a resolução apela ao governo dos EUA para responsabilizar os funcionários angolanos por quaisquer tentativas de subverter o processo eleitoral”.

Caso se torne em lei… e se forem provadas as suspeitas de violações do nosso último processo eleitoral, todo e qualquer alto funcionário angolano — envolvido no crime — poderá ser responsabilizado criminalmente pelo Governo americano — como exige o documento “S.Res.736”.

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Angola: Concerning S.Res.736

Washington D.C -In the Resolution part, click on Show Overview to access the option- “tracker”. Point the arrow at the green circled i and the “The tracker indicates the progress this legislation took…

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Angola: Ainda sobre a chamada resolução — S.Res.736

Angola: Ainda sobre a chamada resolução S.Res.736

Washington D.C— Na parte da Resolução, clique em Show Overview [Mostrar Visão Geral] para acessar a opção– “tracker”[localizador ]. Aponte a seta para o círculo verde i. E o “localizador indica o progresso desta legislação no sentido de se tornar uma lei”.

“Finalmente, a resolução apela ao governo dos EUA para responsabilizar os funcionários angolanos por quaisquer tentativas de subverter o processo eleitoral”.

Caso se torne em lei… e  se forem provadas as suspeitas de violações do nosso último processo eleitoral, todo e qualquer alto funcionário angolano — envolvido no crime — poderá ser responsabilizado criminalmente pelo Governo americano — como exige o documento “S.Res.736”. 

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Angola: Concerning S.Res.736

Washington D.C -In the Resolution part, click on Show Overview to access the option- “tracker”. Point the arrow at the green circled i and the “The tracker indicates the progress this legislation took towards becoming a law.”

“Finally, the resolution calls on the U.S. government to hold Angolan officials accountable for any attempts to subvert the electoral process.”

Upon passage of this legislation, and if the suspected violation of our last election process is proven, all high-level Angolan officials found to be involved could be held criminally liable by the U.S. government, according to the “S.Res.736” document.

Reference:

1.)

https://www.congress.gov/bill/117th-congress/senate-resolution/736/all-info

2.)

https://www.congress.gov/bill/117th-congress/senate-resolution/736?overview=closed

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